NF1 – Comunicação entre pais, crianças e educadores*

Devido à variabilidade de características na NF1, algumas crianças são mais afetadas pela doença, enquanto outras não são. É importante para os educadores discutir com os pais o que a criança sabe sobre a NF1. Muitos pais esperam para contar a seus filhos sobre a NF somente quando sentem que a criança é capaz de lidar com a informação emocionalmente. Quanto e o que dizer a criança deve ser individualizado para suas condições particulares, idade, maturidade e nível de compreensão.

Os pais costumam ter sentimentos mistos sobre compartilhar o diagnóstico de NF1 com a escola. Alguns pais temem que uma criança ao saber que tem NF1 presumir-se-á que tenha problemas médicos ou dificuldades de aprendizagem, mesmo que ela não tenha. Eles temem que uma suposição de dificuldades de aprendizagem possam criar uma “profecia auto-realizável” que pode diminuir as expectativas de um professor em relação a criança – e, por sua vez, reduzir a autoestima e o desempenho da criança – mesmo quando não há problemas de aprendizagem. No entanto, para qualquer pessoa envolvida com uma criança que tem NF1, o conhecimento normalmente se traduz em melhor atendimento.

* Este texto foi escrito por Bruce R. Korf da Universidade do Alabama (EUA) e traduzido integralmente e literalmente por Pollyanna Barros Batista. A versão original pode ser acessada no link http://www.ctf.org/images/uploads/resources/CTF-NF1_for_Educators_web-ready_(1).pdf.

 

Por |2018-09-01T22:39:17+00:0023 de setembro de 2018|Aprendizagem, Neurofibromatose, NF1|0 Comentários

About the Author:

Graduada em Fonoaudiologia (2009), mestre (2011) e doutora (2016) em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela Faculdade de Medicina da UFMG. Realizou cursos no Centre de Linguistique Appliquée (Université de Franche-Comté) – França (2013). Participa anualmente de congressos internacionais, sendo o de 2015 em Monterey na Califórnia/EUA. Publicou estudos importantes nos periódicos Journal of Communication Disorders e Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Atualmente participa do grupo de pesquisas em Neurofibromatoses do Hospital das Clínicas da UFMG. Tem experiência clínica nas áreas de audiologia e linguagem, com ênfase em processamento auditivo, treinamento auditivo, distúrbios de linguagem e aprendizagem. Currículo completo: http://lattes.cnpq.br/1978022333477136

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