O que fazer quando seu filho faz “birra” para fazer o para casa

Reflexão…

Um dia, um pai disse a seu filho João, que (ele sabia) tinha se recusado a fazer o para casa da escola que a mãe tinha solicitado naquela manhã. Logo ele chegou para o João e disse: “João, tenho certeza que você vai ficar contente de levar o seu para casa pronto para a escola e que receberá um elogio da professora quanto a isso!” E sem dizer nenhuma palavra, João foi fazer o para casa. Por quê? Simplesmente, porque o pai deixou claro que esperava que o filho fizesse a coisa certa. Imagine se ele tivesse dito: “João, ouvi por acaso que você não quer fazer o para casa e estou com vergonha de você. Vá imediatamente para o quarto fazer o para casa da escola!”. Garanto que o para casa não seria feito, se dependesse de João.

As crianças precisam é de encorajamento. Seus poderes naturais de resistência devem ser fortalecidos, e não enfraquecidos… Em vez de sempre reclamar sobre seus defeitos, fale de suas virtudes. Tente tirá-los de sua rotina de hábitos ruins. Mostre-lhes o melhor de si mesmos, o verdadeiro eu de cada um, que pode ousar, fazer e vencer!… A influência de um caráter bom, bonito, prestativo e esperançoso é contagiosa e pode revolucionar… As pessoas irradiam o que estão em suas mentes e em seus corações. Se uma criança se sente bondosa e amável, logo as pessoas a sua volta vão sentir assim também. Mas se ele repreende, faz cara feia e critica, as pessoas vão retribuir cara feia com cara feia, e com juros! Quando você procura o que é ruim, encontra. Quando sabe que vai encontrar o que é bom, você consegue achar… Diga a seu filho que sabe que ele vai ficar contente por fazer o para casa da escola – depois observe, atento e interessado, enquanto ele faz isso.

Por |2018-10-07T11:52:39+00:007 de outubro de 2018|Aprendizagem, Fonoaudiologia Educacional|0 Comentários

About the Author:

Graduada em Fonoaudiologia (2009), mestre (2011) e doutora (2016) em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela Faculdade de Medicina da UFMG. Realizou cursos no Centre de Linguistique Appliquée (Université de Franche-Comté) – França (2013). Participa anualmente de congressos internacionais, sendo o de 2015 em Monterey na Califórnia/EUA. Publicou estudos importantes nos periódicos Journal of Communication Disorders e Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Atualmente participa do grupo de pesquisas em Neurofibromatoses do Hospital das Clínicas da UFMG. Tem experiência clínica nas áreas de audiologia e linguagem, com ênfase em processamento auditivo, treinamento auditivo, distúrbios de linguagem e aprendizagem. Currículo completo: http://lattes.cnpq.br/1978022333477136

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