“Movimento e Aprendizagem”!


Eu tenho lido muitos artigos de pesquisa ultimamente que continuam dizendo repetidamente: as crianças aprendem melhor quando se movem. E isso faz sentido para mim. Todos conhecemos os benefícios do exercício, e percebo uma enorme diferença de engajamento e motivação quando incorporo movimento nas minhas sessões de treinamento auditivo, linguagem e fala.

A boa notícia é que adicionar atividade física em suas sessões não significa necessariamente tempo de preparação extra para você. Na verdade, isso poderia significar menos – e você pode tirar uma pausa de alguns dos jogos de tabuleiro que você joga várias vezes ao dia.

Aqui estão algumas maneiras divertidas e fáceis de incorporar o movimento nas sessões:

Associar um movimento com um som alvo. Por exemplo, exponha cartões de imagem que envolvam o singular e o plural. Se o objetivo é rotular objetos plurais, seu paciente pode dizer o / s / final e, simultaneamente, realizar um alongamento com uma parte dos braços.

Ao trabalhar com tempo verbal, treine os verbos que representam “movimento” – correr, andar, pular. Você com certeza terá sucesso na sua terapia!

Para objetivos de consciência fonológica, peça ao seu paciente, por exemplo, que dê três pulos para cada sílaba em uma palavra. Uma palavra de três sílabas significa três pulos! Você também pode elaborar um quadro com várias rimas e associar uma corrida em busca das rimas.

Uma vez que você começa a incorporar atividades baseadas em movimento em suas sessões, mais ideias fluirão! E eu adoraria ouvir o que funcionou melhor para você na seção de comentários abaixo!

About the Author:

Graduada em Fonoaudiologia (2009), mestre (2011) e doutora (2016) em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela Faculdade de Medicina da UFMG. Realizou cursos no Centre de Linguistique Appliquée (Université de Franche-Comté) – França (2013). Participa anualmente de congressos internacionais, sendo o de 2015 em Monterey na Califórnia/EUA. Publicou estudos importantes nos periódicos Journal of Communication Disorders e Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Atualmente participa do grupo de pesquisas em Neurofibromatoses do Hospital das Clínicas da UFMG. Tem experiência clínica nas áreas de audiologia e linguagem, com ênfase em processamento auditivo, treinamento auditivo, distúrbios de linguagem e aprendizagem. Currículo completo: http://lattes.cnpq.br/1978022333477136

  1. Kissila Vitor 31 de agosto de 2017 at 12:04 - Resposta

    Já fiz com pacientes e o resultado foi positivo, além de melhorar a motivação e envolvimento deles na terapia.

  2. Pollyanna Barros Batista 31 de agosto de 2017 at 12:07 - Resposta

    Que ótimo Kissila! A motivação aumenta muito e isso contribuiu para melhores resultados e menor tempo de intervenção!

  3. Ana Paula Castro Antoniali 3 de outubro de 2017 at 19:57 - Resposta

    Tenho colocado bastante atenção no perfil de cada cliente. Percebo ser muito eficiente o movimento, o uso do corpo associado aos objetivos neuropedagógicos. Recentemente fiz um curso baseado no livro "O cérebro da criança" Daniel Siegel, o movimento é uma das estratégias para acessar "o "cérebro do andar de cima", ressalta com evidencias científicas: as crianças aprendem muito melhor quando se movem… como colocou inicialmente…
    Adorei as sugestões, usei hoje rsrsrs no processo de alfabetização com uma criança.

  4. Ana Paula Castro Antoniali 3 de outubro de 2017 at 19:57 - Resposta

    oi…

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